Às vezes me perguto se vou me acostumar um dia com tanta barbaridade que vejo por aí.
Como o brasileiro é cidadão!
Hoje pela manhã estava assistindo ao Família MTV e fiquei muito "emocionada" com a cena.
Um dos integrantes da banda NXZero entrou em seu lindo carrinho de playboy e fez seu percurso.
Infelizmente, o queridinho esqueceu de um detalhe muito importante, motivo de campanhas de trânsito e forte aliado para salvar a vida de motoristas e passageiros: o CINTO DE SEGURANÇA.
O mais absurdo foi a Produção da MTV não ter prestado atenção à situação, justo ela, que adora colocar propagandinhas de conscientização, como as atuais sobre Pirataria.
O que mais posso dizer?
Dá-lhe hipocrisia.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Lady Di-Dez Anos da Eterna Realeza

Uma homenagem à Princesa Guerreira.
Lady Diana nunca atraiu-me de forma que tornasse dela sua fã; nunca pesquisei sobre ela ou coisa do gênero.
Só ouvia as noticias por alto – ou baixo, pois não prestava atenção-.
Quando a princesa se foi fiz apenas o normal comentário de “nossa, que tragédia, que triste partir assim”.
Enquanto todos comentavam de Lady Di, estava eu mais preocupada em estudar para o vestibular, fazer meu cursinho; minha vida estava na normal transição de aluno que acabou o ensino médio e precisa decidir “o que vai ser quando crescer”.
A partida da princesa não abalou minha vida, como aconteceu no falecimento de Renato Russo, este sim, meu ídolo.
Achava na verdade muita futilidade a vida de Di.
A mídia informando qualquer passo dado por ela e outras “celebridades” para mim, era uma “pura informação fofoqueira”.
Os anos passaram, fiz jornalismo e mesmo graduada no curso de “ligado 24 horas” continuei indiferente ao assunto.
O máximo que fiz foi achar os príncipes herdeiros verdadeiros “príncipes encantados”, tão diferentes do pai, que de encantado não tem nada. Nem por dentro, nem por fora.
Foi quando no ultimo fim de semana de agosto, notei as chamadas sobre os 10 anos de morte da princesa, na GNT e Discovery Channel.
Foi o suficiente para que eu começasse a sentir um carisma por esta linda mulher, linda de alma.
Dez anos de ausência transformados em admiração num período de 10 minutos. Nem bonita eu a achava e de repente me vi enganada: Lady Di foi linda de todas as formas, foi Humana.
Portanto, parece que a própria humanidade não gosta de quem porta-se de tal forma e dá um jeito de acabar com a “farra” logo.
Embora bela, seus olhos mostravam uma guerreira triste.
Triste, que prosseguia talvez saturada de tanta gente em cima, de tanta fama e raros amigos.
Um fim realmente trágico: a princesa partiu sentindo saudade de seus meninos pelo que mostrou o documentário da Discovery.
Em diversas histórias sobre morte, parece que “a vítima” prevê sua partida e segundo um dos documentários, a própria princesa mencionou um acidente de carro, num automóvel sem freios.
Um mês depois, a previsão se concretizava: o acidente, ao qual ainda procura-se saber o que ocorreu, pode ter acontecido pela ausência de freios, de acordo com os relatos mostrados na GNT e Discovery.
Teria mesmo a Família Real determinado seu fim?
Por enquanto os admiradores ficam com as hipóteses, já que a “menina do Conto de Fadas” se foi. Mas nos Contos de Fadas as princesas vivem felizes para sempre.
Um anjo na Terra? Durante sua estadia, adquiriu o carisma de seu povo, do mundo.
Acabaram com Diana? Diana. Nome de guerreira. De Deusa Guerreira.
Impossível acabar mesmo se estivesse por aqui; seu nome já era parte da Historia.
O amor que alimentou ficou e até mesmo quem não sentia nada por sua pessoa, dez anos depois, torna-se uma grande fã, grande admiradora e lhe presta homenagens.
Por sua força, sua garra e coragem.
Sua humildade de sair da realeza e juntar-se aos menos beneficiados pela vida.
Parabéns princesa.
Uma estudante de 17 anos não admirou em vida o que uma jornalista de 28 admirou, descobrindo sobre seus atos.
Jorgeli Ramos Cruz.
Lady Diana nunca atraiu-me de forma que tornasse dela sua fã; nunca pesquisei sobre ela ou coisa do gênero.
Só ouvia as noticias por alto – ou baixo, pois não prestava atenção-.
Quando a princesa se foi fiz apenas o normal comentário de “nossa, que tragédia, que triste partir assim”.
Enquanto todos comentavam de Lady Di, estava eu mais preocupada em estudar para o vestibular, fazer meu cursinho; minha vida estava na normal transição de aluno que acabou o ensino médio e precisa decidir “o que vai ser quando crescer”.
A partida da princesa não abalou minha vida, como aconteceu no falecimento de Renato Russo, este sim, meu ídolo.
Achava na verdade muita futilidade a vida de Di.
A mídia informando qualquer passo dado por ela e outras “celebridades” para mim, era uma “pura informação fofoqueira”.
Os anos passaram, fiz jornalismo e mesmo graduada no curso de “ligado 24 horas” continuei indiferente ao assunto.
O máximo que fiz foi achar os príncipes herdeiros verdadeiros “príncipes encantados”, tão diferentes do pai, que de encantado não tem nada. Nem por dentro, nem por fora.
Foi quando no ultimo fim de semana de agosto, notei as chamadas sobre os 10 anos de morte da princesa, na GNT e Discovery Channel.
Foi o suficiente para que eu começasse a sentir um carisma por esta linda mulher, linda de alma.
Dez anos de ausência transformados em admiração num período de 10 minutos. Nem bonita eu a achava e de repente me vi enganada: Lady Di foi linda de todas as formas, foi Humana.
Portanto, parece que a própria humanidade não gosta de quem porta-se de tal forma e dá um jeito de acabar com a “farra” logo.
Embora bela, seus olhos mostravam uma guerreira triste.
Triste, que prosseguia talvez saturada de tanta gente em cima, de tanta fama e raros amigos.
Um fim realmente trágico: a princesa partiu sentindo saudade de seus meninos pelo que mostrou o documentário da Discovery.
Em diversas histórias sobre morte, parece que “a vítima” prevê sua partida e segundo um dos documentários, a própria princesa mencionou um acidente de carro, num automóvel sem freios.
Um mês depois, a previsão se concretizava: o acidente, ao qual ainda procura-se saber o que ocorreu, pode ter acontecido pela ausência de freios, de acordo com os relatos mostrados na GNT e Discovery.
Teria mesmo a Família Real determinado seu fim?
Por enquanto os admiradores ficam com as hipóteses, já que a “menina do Conto de Fadas” se foi. Mas nos Contos de Fadas as princesas vivem felizes para sempre.
Um anjo na Terra? Durante sua estadia, adquiriu o carisma de seu povo, do mundo.
Acabaram com Diana? Diana. Nome de guerreira. De Deusa Guerreira.
Impossível acabar mesmo se estivesse por aqui; seu nome já era parte da Historia.
O amor que alimentou ficou e até mesmo quem não sentia nada por sua pessoa, dez anos depois, torna-se uma grande fã, grande admiradora e lhe presta homenagens.
Por sua força, sua garra e coragem.
Sua humildade de sair da realeza e juntar-se aos menos beneficiados pela vida.
Parabéns princesa.
Uma estudante de 17 anos não admirou em vida o que uma jornalista de 28 admirou, descobrindo sobre seus atos.
Jorgeli Ramos Cruz.
Adeus a Pavarotti - uma voz para ficar na Eternidade

Aos 71 anos, vitima de um câncer, o Tenor Luciano Pavarotti deixa seu público, dentre amigos, parentes e fãs.
Nesta madrugada de quinta-feira Pavarotti faleceu em sua casa em Modena, ao norte da Itália, após longa luta contra a doença.
Nesta madrugada de quinta-feira Pavarotti faleceu em sua casa em Modena, ao norte da Itália, após longa luta contra a doença.
Foi em julho de 2006 que o tenor iniciou um tratamento para combater um tumor localizado no pâncreas –passando por uma operação- em Nova Yorque e não mais fez aparições em público.
Em 2007 seu estado de saúde tornou-se alarmante.
Por três semanas aproximadamente, o artista ficou internado, se tratando e fazendo diagnósticos.
Há uma semana voltara para a casa e nesta madrugada, não resistiu, devido a uma piora em seu estado de saúde.
Por três semanas aproximadamente, o artista ficou internado, se tratando e fazendo diagnósticos.
Há uma semana voltara para a casa e nesta madrugada, não resistiu, devido a uma piora em seu estado de saúde.
Seu falecimento foi anunciado pelo empresário Terri Rbson.
Pavarotti foi considerado um dos maiores cantores de sua geração; sua amiga, a soprano espanhola Montserrat Caballé o denominou um "ser único, de imensa bondade".
O cantor recebeu homenagens de vários nomes da arte ao redor do mundo, entre eles José Carreras, Placido Domingo e Bono do U2.
Bono argumentou que Pavarotti não cantava ópera, mas era a própria ópera e acrescentou ser o tenor um homem vulcânico, cantando com fogo e derramando amor pela vida, em toda a sua complexidade.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Posso ver sua bolsa, moça?

Em cada tempo uma indignação: agora foi com a segurança de um banco.
Saí de casa e no meio do caminho, um amigo pediu que lhe pagasse uma conta no banco.
Geralmente quando vou ao banco, facilito o trabalho de todos e não entro com uma bolsa cheia de badulaques. Porém desta vez, foi diferente: havia de tudo dentro de minha velha companheira.
Desta forma, ao passar pela porta, esta travou.
Nos lugares aonde eu poderia colocá-la (armários que ficam do lado de fora destas portas) havia muita frescura e desisti. Até mesmo porque não tinha um funcionário que pudesse me socorrer, o que para mim foi outra falha local.
Nesse instante, vendo minha confusão, o segurança simplesmente olhou-me e perguntou:
“_ Moça, se importa que eu olhe sua bolsa?”
Claro que não me importei, mas a coisa toda começou quando a abri: nela havia muitos objetos e o guarda somente a olhou “por cima”.
Fiquei indignada: o correto não seria pegá-la, revistá-la e depois me devolver?
Seria sim, pois ele viu o superficial: dentro dela, há um bolso de tamanho considerável e se eu fosse uma criminosa, teria entrado com uma arma no banco.
Meu celular estava no bolso traseiro da calça... e se não fosse um celular? E se fosse uma arma altamente e tecnologicamente desenvolvida?
Penso que precisamos contar mesmo é com a tal da boa sorte, ou da fé, pois segurança talvez exista somente para enganar o nosso psicológico.
Saí de casa e no meio do caminho, um amigo pediu que lhe pagasse uma conta no banco.
Geralmente quando vou ao banco, facilito o trabalho de todos e não entro com uma bolsa cheia de badulaques. Porém desta vez, foi diferente: havia de tudo dentro de minha velha companheira.
Desta forma, ao passar pela porta, esta travou.
Nos lugares aonde eu poderia colocá-la (armários que ficam do lado de fora destas portas) havia muita frescura e desisti. Até mesmo porque não tinha um funcionário que pudesse me socorrer, o que para mim foi outra falha local.
Nesse instante, vendo minha confusão, o segurança simplesmente olhou-me e perguntou:
“_ Moça, se importa que eu olhe sua bolsa?”
Claro que não me importei, mas a coisa toda começou quando a abri: nela havia muitos objetos e o guarda somente a olhou “por cima”.
Fiquei indignada: o correto não seria pegá-la, revistá-la e depois me devolver?
Seria sim, pois ele viu o superficial: dentro dela, há um bolso de tamanho considerável e se eu fosse uma criminosa, teria entrado com uma arma no banco.
Meu celular estava no bolso traseiro da calça... e se não fosse um celular? E se fosse uma arma altamente e tecnologicamente desenvolvida?
Penso que precisamos contar mesmo é com a tal da boa sorte, ou da fé, pois segurança talvez exista somente para enganar o nosso psicológico.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Idade como inimiga

Há algum tempo, fui fazer uma inscrição num veículo famoso e encontrei-me barrada por causa de um detalhe: idade.Eram aceitas inscrições para pessoas com até 25 anos.
Independente dos argumentos do veículo ou de qualquer outra coisa pensei no seguinte: eu sou jornalista, não modelo ou jogador de futebol. Não preciso ter idade para disputar uma vaga, ainda mais se minha imagem não for mostrada, porém, meus textos.
“Presume-se” que quanto mais velho for o profissional, mais conhecimento ele tem. Bom, só se for presumível nos quintos dos infernos, não no Brasil.
Se ainda se tratasse de imagem, de necessidades por pessoas de boas aparências, tudo bem, mas textos...
E o que acontece em seguida: você lê um bando de “criancinhas” escrevendo baboseiras, com uma péssima revisão, uma falta de profissionalismo desigual, mas ali, no topo.
A velha história que aprendi na escola de que devemos sempre ser o melhor, tornou-se lenda. Ou foi mentira mesmo e eu, muito ingênua, acreditei.
Os melhores profissionais que conheci e que estudaram comigo nem atuam em nossa área.
Vejo sim, um bando de filhinho de papai, ou a menininha que dá para o chefe –desculpe o termo, mas é isso aí- ou o menininho que dá para a chefe.
Na mínima porcentagem dos que conseguem, é encontrado a mínima porcentagem dos que conquistam seu lugar ao sol, à base da dignidade...
...e olhe lá; que não fiquem espertos estes pouquíssimos, que suas cabeças rolam, antes que saibam de onde veio o golpe.
E vamos nessa com a palhaçada do meu querido país: os bons estão passando fome, mudando de profissão, os maus, estão no topo.
Os velhos experientes jogados ao esquecimento e os novinhos em folha, belos robôs humanos.
Vai ver que sempre foi assim, vai quer que o ser humano fica velho e vai descobrindo o quão era bobo, ingênuo, abestalhado.
Durante um tempo eu sonhei em trabalhar num veículo –tv- justamente por causa disso: havia um bando de jovem que mal sabia falar. A interpretação era péssima, se confundia o tempo inteiro e depois de dois anos, até que dava para o gasto.
A primeira vez que vi um desses jovens, pensei: “nossa, eu tenho capacidade de trabalhar lá, sou melhor que ele; qualquer coisa é melhor que ele, então, eu consigo”. Tentei, mas não dei para ninguém, nem era amiga de amigo de amigo.
Era uma fábrica de lixo humano que se reciclava. Mas os assuntos eram interessantes, agora, nem os assuntos prendem mais.
A “fábrica”, como tudo no mundo, se vendeu e os assuntos também estão um lixo- anos atrás ainda tinha coisa boa.
Parece que este é mesmo o segredo do sucesso: ser lixo, não precisa ter inteligência, tem que ter futilidade. Ah, e ser novo também. Vinte e cinco anos pelo jeito é o limite. Naqueles pouquinhos anos atrás, eu ainda estava no limite.
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