terça-feira, 30 de junho de 2009

energia + teoria da conspiração + lei de murphy = ???

Hoje meu texto será breve – acho!

Sou muito mística, mas confesso que com o passar do tempo, isso de acreditar em Saci Pererê está acabando. Nem sei se acredito em energia ao meu redor mais, porém, no começo desta semana, me aconteceu algo para deixar a dúvida no ar, e para variar, mais uma vez a história se repete com os malditos ÔNIBUS!!!!!!!!!!!!!!! Isso é uma praga!!!!

Eu estava em um ponto perto de casa, esperando o ônibus com o nome Parque D. Pedro, pois justo naquele dia, precisava carregar a “chave do carro de pobre” (Bilhete Úinco) e o mais perto era em direção a esse Terminal.

Não dava para ir a pé até a estação do Metrô, embora eu more perto do centro já estava atrasada (para contribuir com a lei de Murphy) e o jeito era esperar o amarelinho ou o vermelhinho, porque é assim que classifico os ônibus.

Geralmente eu torço para que passe um Praça da Sé ou um Liberdade, pois me deixam na boca do outro “busão” que me leva ao trabalho. Mas, naquela segunda-feira extraordinariamente tinha que ir ao Terminal Parque Dom Pedro para fazer a recarga...

MINUTOS DEPOIS...

Leitores, adivinhem quais foram os ônibus que passaram? Para ajudar na memória, lembrem-se de que eu estava atrasada: um PRAÇA DA SÉ e dois LIBERDADE!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Enfim, depois de tanta conspiração, estou pensando seriamente se me torno cética.

sexta-feira, 27 de março de 2009

LUTO- Brasil, mostra a sua cara... quero ver quem paga pra gente ficar assim...

... o nome do teu sócio... confie em mim...

e então, o que dizer da Fofa Daslu ficar livre?
...

Meus Pêsames, Brasil.
Retirado do site Terra, na Íntegra.

Sem comentários. Um longo minuto de silêncio.


Fonte: Terra

Por: Hermano Freitas
Direto de São Paulo
A Justiça Federal concedeu habeas-corpus à empresária Eliana Tranchesi, dona da Daslu, na tarde desta sexta-feira. Segundo o órgão, por meio de sua assessoria, o desembargador Luiz Stefanini, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, autorizou a soltura. Mais tarde, o ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça, também revogou a prisão preventiva de Eliana e mais seis presos após a sentença do esquema de sonegação da loja.
Eliana Tranchesi foi presa pela Polícia Federal (PF) na manhã de quinta-feira, após a condenação a 94,5 anos de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos, descobertos na Operação Narciso, deflagrada em 2005.
A advogada da empresária Eliana Tranchesi, Joyce Roysen, afirmou que o desembargador Luiz Stefanini considerou ilegal a prisão pelo fato da empresária ainda não ter sido condenada em última instância. "Não teve nenhuma relação com a saúde dela", afirmou a advogada, que se disse satisfeita com a decisão.
Ontem, Joyce alegou que a dona da Daslu tem câncer no pulmão e metástase na coluna e informou que apresentaria um laudo médico para sustentar o pedido de liberdade. Às 18h35 a advogada se dirigia à Penitenciária Feminina da capital paulista com o habeas-corpus e o alvará de soltura.
O desembargador do TRF também concedeu habeas-corpus para Rodrigo Nardy Figueiredo, Celso de Lima e Roberto Fakhouri Junior. No entanto, o STJ estendeu para os demais co-réus.
Segundo o ministro Og Fernandes, as prisões cautelares, que antecedeu o trânsito em julgado da sentença condenatório, são medidas excepcionais, que somente podem ser decretadas ou mantidas caso venham acompanhadas de efetiva fundamentação que demonstre a necessidade de restrição ao direito à liberdade.
Redação Terra

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Casamento

Este nem será um texto grande. 
Estava conversando com uma amiga de infância e ela perguntou se eu estava casada.
Entramos na questão de que desde criança, escutamos pais, tios, amigos de pais falarem a mesma história sobre casamento; encherem nossos ouvidos com com assuntos de que casamento é praticamente o fim da vida da pessoa.
Parecia a pior porcaria na vida de um ser humano. 
Mas uns 25 anos depois, a coisa se repete e repetiu-se por esse tempo: as pessoas casam, mesmo ouvindo que é um saco, reclamam de seus parceiros e o pior: não se separam.
É o vizinho, o colega de trabalho, o melhor amigo... e para este você ainda olha nos olhos e pergunta: "tem certeza de que fará isso?"... uma lamentação eterna.
Por que casar então?
Se é tão ruim, por que o ser humano faz o mesmo ritual?
Se uma pessoa de 60 anos vem reclamar que seu casamento é ruim, tudo bem, é um costume diferente, os tempos eram outros... mas uma de 22 por exemplo?
Infelizmente o rito acontece... eternamente...

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Crianças

Estava refletindo sobre crianças... crianças com vidas normais, que têm a sorte desta vida normal.

Minha filha tem 9 anos, hoje é o primeiro dia de 2009.

Estava pensando no ato de brincar.  Quando os pequenos brincam, esquecem do mundo. Parece que não sentem frio, fome, nada que seja ruim.

Era por volta de 15 horas quando minha filha, após lavar sua boneca numa bacia d’água, saiu para brincar com a nova amiguinha, minha vizinha em São Paulo.

Minha filha mora com a avó em Ubatuba e como está em fase escolar, passa as férias comigo.

Acordamos tarde e no horário acima, fazia pouco tempo que tínhamos tomado um café. A pequena saiu, convidou a nova amiga e foram brincar na Vila.

Sumiu!!!!! No bom sentido: esqueceu de mim – a quem vive grudada quando não há ninguém de aproximadamente 1,20m perto- e sempre foi desta forma.

Parou só para irmos ao mercado. Ao voltarmos, a trouxe para dentro e falei para esperar, pois a comida estava quase pronta.

A pequena para enganar a fome, comeu um pão enquanto o restante da comida era preparado, conversou com a amiga através da varanda –que fica na parte superior da casa- e pediu para brincar novamente.

Foi.

Voltou para comer e uma chuva começou. Ficou mal humorada. Se ficou 20 minutos comigo foi muito. Saiu novamente e nem a chuva a fez voltar.

Ficaram “ilhadas” na casa ao lado da minha mas não queriam voltar para casa, dando desculpas de que dava para se proteger da chuva.

Deixei. Deixei não por parecer desnaturada - e aí começou minha reflexão. Complemento aqui que a elas se juntaram dois garotinhos, e pelo que vi, virou aquela guerrinha dos sexos que inicia-se na infância, depois ficaram amigos- mas por lembrar da minha infância e verificar as partes chatas das brincadeiras:

na melhor hora, os malas dos pais chamavam a gente para dentro (como era horrível, não podia ser eterno esse momento?);

se tinha chuva de verão, eu não podia me esbaldar.

Minha mãe nunca me deixou brincar na chuva, e se fizesse, apanhava. Não que isso tenha interferido em minha vida, não me transformei no monstro da montanha por não ter sentido a chuva de verão, mas...

Se hoje a Sofia saísse naquela chuva, eu deixava. Se precisássemos ir para um médico por causa de uma gripe, eu iria.

E foi por isso que deixei.

Pensei em como era bom estar com meus amigos, em como era bom brincar e em como eu queria ser criança para sempre. Não via graça em crescer. Não achava nada interessante ser independente, dona do meu nariz, a não ser que eu pudesse ser dona do meu nariz aos 09 anos e brincar para sempre, viver na Terra de Peter Pan!

Não a chamei para tomar café, não a chamei para colocar uma roupa mais quente ou tomar banho; deixei-a à vontade aproveitando ao menos um dia de suas férias.

Não serei a primeira mãe –ou pai- chata a chamar minha cria.

São 21:49 hrs e estão lá: sentados em frente à casa de uma das crianças, com uma mesinha, cadeirinhas e berros, muitos berros. Achei que estivessem chorando, mas estão brincando de chorar!!!!!!!!!! Choram, riem e berram!

Vejo que os vizinhos são pacientes, pois nenhum sai à porta e os manda calarem suas bocas. Eu é que não serei a estraga prazeres! Ainda mais num dia 01 de janeiro!

 

 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Inteligência Artificial

Esses dias estava conversando com uns amigos sobre a questão de ser inteligente. Comentávamos de estudantes da USP dentre outros (os amigos que comentavam comigo estudam lá) que vivem levantando bandeirinhas.

Muitos destes, desculpem-me a agressividade, são um bando de filhinhos de papai que defendem causas, pegam seus carrinhos e voltam para a casa.
Desde quando pobre pega carrinho para voltar para casa? Pega ônibus, lotação, metrô, trem. E se tiver carro, com certeza não foi porque o papai deu, foi por ter lutado muito na vida, e conseguir não um carro, mas uma caranga.

Desculpem-me mas lutar por causas sociais e voltar para casa de carro (transporte coletivo é opção), encontrar comidinha feita, roupinha limpa e caminha arrumada é “surreal”, povo!
Daí vem aquela historia de inteligência e cultura: “Ui, eles são inteligentes, são cultos!”.
São? Se eu estudasse a vida inteira nos melhores colégios particulares, ainda tivesse a cara de pau de fazer cursinho nos melhores lugares, também por obrigação eu teria que ser supostamente inteligente. Portanto o que temos são computadores humanos com a memória cheia de informação.

Isso para mim não é ser inteligente, isso é apenas um computador com memória cheia.

Construíram discretamente uma modinha, melhor que as outras, pois tem assunto, sabem discutir, mas longe de serem inteligentes. Inteligência hoje é você sacar que o preconceito não acabou, que o que surgiu foi o capitalismo em cima dele. Que a natureza não terá fim pois é mutante mas que o capitalismo encontrou meio de lucrar com a Ecologia. Que o governo não é a favor da homossexualidade, mas do dinheiro que ela gera. Que no Brasil você não precisa “votar com consciência” pois isso não existe aqui. O Brasil é pobre, foi pobre e continuará pobre até o dia em que descobrirem como lucrar com a transformação da pobreza em riqueza. Daí fica uma boa porcentagem lendo nomes, assistindo nomes e acreditando que realmente são muita coisa.
Somos malvistos, esta é a verdade. Somos bunda, sexo e futebol. Lembrei-me de um vídeo no Youtube, onde Marília Gabriela entrevistava Madonna: a super star simplesmente desprezou a entrevistadora. E esta foi infeliz, pois fez perguntas absurdas, tentou ser tão perfeita que perguntas simples certamente seriam mais bem-vindas.

Conheço poucos casos de inteligência e mesmo assim, um deles esqueceu de se reciclar, de olhar para a Cultura Industrial em que vivemos e perdeu parte de sua sabedoria. Perdeu não, estacionou. Inteligente é o cara pobre, homossexual que saiu de um lugar simples, se formou numa universidade simples, leu nomes não para se aparecer, mas para conhecer, enfrentou preconceitos, se fez “gente”, aprendeu línguas sozinho, é muito mais sábio do que fulaninhos pós-graduados, doutorados e todos os ados possíveis.

Inteligente é o garoto pobre que cuidou dos irmãos, que o pai suou para pagar a faculdade , que se permitiu mudar, aprender, reciclar, que entrou na USP quase dez anos depois da primeira entrada na faculdade. Que não ficou rico, mas que te deixa no “ chinelo” em relação a qualquer assunto.

Inteligente é a menina que quase teve uma chance de ter uma boa vida na infância, mas que a própria vida levou para o orfanato, para a favela e quase que para a rua aos 17 anos de idade e mesmo assim Fo trabalhar ao invés de se estragar; lutar para não morrer de fome, estudou e aprendeu fora de cursos de renome; cursou uma faculdade por ter auxílio da tia, pois não conseguiria se manter sozinha com uma faculdade para pagar.

Uma pessoa que fuça, que reflete, que se não conhece o assunto vai conhecer e pensa além do que a sociedade ousa imaginar.

Inteligência é isso. Ela vem de dentro independente de se ter estudado nos melhores colégios ou de se ter pós, após, depois, além.

Muita gente confunde inteligência com esperteza. Esperto e mau caráter a fabrica de seres humanos produz aos montes. Agora, produção de Inteligência é artesanal: a vida escolhe os ingredientes com cuidado, une-os, molda-os. Erra, acerta, muda, até chegar ao toque final e estar pronto para, infelizmente, competir com produtos fabricados no mercado, em massa, jogados aos montes nas prateleiras.

Bitolados em Mandamentos

Nesses últimos dias estive pensando sobre o fascínio e o domínio que um livro pode exercer sobre nós.

Há pouco tempo vi o livro “O Segredo” se tornar febre; até critiquei quem mergulhou de cabeça. Meses depois li um livro que me fez olhar de outra forma para a cultura, cujo nome é “O que é Indústria Cultural” – Teixeira Coelho.

Em determinada parte o livro aborda a alienação dentro da própria cultura e mostra a rejeição da cultura tradicional dentro da atual.

Assim penso: também nós, famintos pela notícia, conhecimento, sabedoria, não estamos alienados tanto quanto a sociedade que criticamos? Por exemplo, o “povão” que quer saber de futebol mas não se preocupa com seus bilhões levados pelo governo.

O livro aborda o fato de ingerirmos toda a cultura que nos é passada sem criticarmos, seja qual for o caminho. Um exemplo: recebemos a notícia de que um avião caiu; muitos, famintos por informação digerem a notícia, comentam, mas esquecem de acrescentar na sopa toda uma singela questão: a pergunta “Será?”... Será mesmo que foi assim?

O livro fala sobre ingerir informação, mas não digerir. Esquecemos que a imprensa em si também dança de acordo com a música.

Outro exemplo me chamou a atenção: muitos de nós criticamos a cultura atual (sou uma dessas pessoas): criticamos o cantor que juntou vários instrumentos – sejam eles “musicais” desde a guitarra à tampa de panela e fez um som, cuja letra mistura o samba com o rock; o pintor que pegou um papelão, colocou num pedaço de madeira pintou o fundo com diferentes tipos de tinta e criou um quadro. Ou o escultor que pegou um banquinho de bar, passou nele uma corda, pendurou-o a um ventilador e o mostrou como sua escultura.
Olhamos para tudo isso e perguntamos: “Isso é cultura? Aonde vamos parar?Estamos perdidos?

Sim! Isto é cultura sim! É nossa cultura, são nossos artistas se expressando.
E essas obras não são iguais ao que acontece no mundo hoje? Não somos globalizados? Não somos um mix?

Se hoje aqui do Brasil posso conversar com um amigo que está na Inglaterra e ao mesmo tempo, uma amiga está nos EUA (um mix de conversas, uma mistura de uma cultura de lá, outra de cá...) por que a música daquele cantor tem que ser somente samba? Ou aquele pintor tem de pintar somente imagens que nos passam o que realmente são: casa, gente, praia, e o mesmo segue com o escultor?

O mesmo livro citou o caso de um pintor que retratou em seu quadro, seu momento. Foi considerado arte pois fazia parte de séculos passados. Portanto, o pintor que retratou o século presente foi criticado por pintar a sua realidade. Percebi quanto preconceituosa e alienada sou- e somos.

Admirar a cultura do passado é bom, é natural. Creio que um bom intelectual encara sua realidade, informa-se do seu passado, levanta questões sobre o que aconteceu e acontece e respeita tanto o que já foi quanto o que é, preparando-se para o que será.
Ao criticarmos de forma negativa esquecemos que somos partes vivas desta cultura, querendo ou não.

Não saímos nas ruas vestidos de rendas, chapéus, perucas – por que não criticamos o terno e o jeans?

Um fato despertou-me tempos atrás: fui a uma ópera; foi bonita e blá, blá... tempos depois, pensei: “eu gosto mesmo de ópera? Ou vou porque é culto, é bonito ir?” ... descobri que eu preferia mil vezes o show da Vanessa da Mata, mas descobri de uma forma estranha: como se eu fosse uma católica fervorosa ( falo assim porque minha mãe me obrigou a ser católica no passado- mas não era fervorosa) cometendo um pecado que não me prejudicava.

Não posso dizer que não gosto de ópera, mas descobri que prefiro MPB. Não preciso gostar mais de música clássica para julgar-me inteligente, culta ou informada. Tanto eu ou um amante da música clássica fazemos parte, hoje, da indústria cultural, não há saída.

Por este fato fascinei-me tanto pelo livro. Infelizmente sou ainda uma indústria cultural alienada, pois “quanto mais sei, menos sei” e amante da cultura do passado. Não preciso gostar de tudo o que me mostram, mas posso pensar sobre o assunto, dependendo do que disser meu sentimento e não do que a massa e a elite considerarem bom ou mau.

domingo, 23 de novembro de 2008

Geli Bertoni

Eis aqui uma forma de verificarem meu currículo!!!! Aos interessados, faço freela, revisão, pauta e redação.

Um Abraço!!!!!!!!

Geli Bertoni

Brasileira, solteira, 28 anos

 

Rua Dona Ana Néri, 379 casa 43 - 03106-010 - Mooca.

São Paulo – SP

(11)26798402

  (11) 97848465

e-mail: mundo.escrito@yahoo.com.br

blog: http://afrodizica.wordpress.com

Este Blog nasceu de uma brincadeira entre minha sócia e eu. Foi feito simplesmente para descontrair. 

 

Interesse Profissional: 

 

 

·          ÁREA DE JORNALISMO

 Experiência e Qualificações na Área de Comunicação Social

 

 

·         Assessoria de Imprensa

·         Redação e Produção em TV e Jornal Impresso

·         Reportagem e pesquisa de opinião pública em TV e Rádio

·         Redação/Reportagem de Revistas e Sites

 

 Trajetória Profissional

 

 2008- 2007

Voluntária em Assessoria de Imprensa na Revista ‘Ocas

http://www.ocas.org.br

Free Lancer- Pré Estréia dos filmes: “Espelhos do Medo” e “007 Quantum of Solace”- Site Guia SP

Free Lancer- 32ª Mostra Internacional de Cinema- SP

Coletiva- Filme: Che A Guerrilha (dentre os entrevistados, os atores Rodrigo Santoro e Benecio Del Toro)- Site Guia SP

Free Lancer- Show da Banda REM- Site Guia SP

Free Lancer- Show da Banda Muse- Site Guia SP

 

Jornal Institucional Cetel News ( Caixa Economica Federal) – Editora - SP

 

2007

 

Assessoria CSimões - Redatora e Revisora- SP

 

Free Lancer- Show Vanessa da Mata- Site Guia SP

 

Free Lancer na Coletiva de Imprensa da Banda Britânica Coldplay-

Site Guia SP

 

Free Lancer na Cobertura do Show da Banda Keane- Credicard Hall-

www.guiasp.com

 

 2006/2005 

Imprensa Livre – Repórter  - Ubatuba – www.imprensalivre.com

 

 

2004

Repórter da Editora Usina – Mogi das Cruzes

(Revistas: Casa Construir e Decorar; Mercado Mais; Aruã)

 

Ajudante de Produção no Show da Banda Lan Lan e os Elaines-

Teatro Wolf Maia-Shopping Frei Caneca 

 

Assessoria de Imprensa no Evento Luau Eletro Acústico Warm Music;  

Banda Elas e o Chico; evento produzido por Luiz Cézar dos Santos;

Casa Sunset-Ubatuba- Litoral Norte

 

 

2003

Co-produtora do Evento Oficina da Música – Escola de Música Memphis

 

2001- estágios  

Estagiária da Revista Mogi Cultural (Redação)

Mogi das Cruzes, SP 

 

Produtora de Vídeo e Eventos Leste on Line, Mogi das Cruzes, SP

REDAÇÃO (estagiária)

 

Jornal Impresso, A Semana, Mogi das Cruzes, SP

REDAÇÃO (estagiária) 

 

Assessoria de Imprensa durante a produção do livro De Volta às Origens, do escritor e jornalista, Carlos Gomes Pires; Mogi das Cruzes, SP

 

 

2000

Rádio Metropolitana 1070 AM, Mogi das Cruzes, SP

REDAÇÃO -

 

TV Mogi, TVA, Canal 23 – Programa Arquivo Mogiano, Alto do Tietê, SP

AJUDANTE DE PRODUÇÃO (estagiária)

 

 

PMDB – TV e Rádio, Mogi das Cruzes, SP

REPORTAGEM E PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA/ AJUDANTE DE PRODUÇÃO

 

2000

TV Mogi, TVA, Canal 23, Alto do Tietê, SP/ ESTÁGIO DE REDAÇÃO E PRODUÇÃO

 

 

Formação Acadêmica

 

Jornalismo – Bacharelado

Pela Universidade Braz Cubas, Conclusão em 2001

 

Informática

Windows, Word, Internet, Page Maker

 

Fotografia- Curso Fuji

Nível Básico

 

Inglês- (cursando)